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sexta-feira, 22 de julho de 2011

Biblioteca Britânica digitaliza manuscritos gregos para acesso na internet

A Biblioteca Britânica, em Londres, disponibilizou na internet cerca de 280 volumes de seus manuscritos gregos, mais de um quarto de seu acervo, digitalizados. Os documentos fazem parte de uma das mais importantes coleções fora da Grécia e terão acesso gratuito pelo site da instituição, segundo informações da Reuters. A biblioteca contém mais de mil manuscritos e mais de três mil papiros em arquivo.
"Isso é exatamente o que todos esperávamos da nova tecnologia, mas raramente tínhamos. Abre um recurso precioso para qualquer um -- do especialista ao curioso -- em qualquer lugar do mundo, gratuitamente.", afirmou Mary Beard, professora de cultura clássica da Universidade de Cambridge.

A iniciativa teve apoio da Fundação Stavros Niarchos e deve ter seqüência em outros projetos de digitalização do acervo da biblioteca, entre eles com o caderno de Leonardo da Vinci, do século 16, e o Codex Sinaiticus, do século 4, contendo a mais antiga cópia completa do Novo Testamento.

Biblioteca Nacional distribuirá assinatura de revista para 7 mil pontos de leitura

Sede da BN
A Diretoria de Livro, Leitura e Literatura (DLLL), da Fundação Biblioteca Nacional/MinC, divulgou na última quinta-feira (21), que financiará a assinatura de revistas culturais para sete mil bibliotecas públicas. O objetivo da entidade é levar até os pontos de leitura, durante um ano, publicações de interesse cultural e que possam atender cidades que não recebem tais publicações, entre elas, algumas comunidades indígenas.

Entre as revistas que serão oferecidas estão: Brasileiros, Rolling Stone, Carta na Escola, Caros Amigos, Cult, Piauí, Viração, Raça Brasil, Almanaque Brasil de Cultura Popular, Fórum Outro Mundo em Debate, Jornal Rascunho e Le Monde Diplomatique Brasil. De acordo com Marília Oliveira, coordenadora da Diretoria de Livro, Leitura e Literatura, "o objetivo é diversificar a leitura para ampliar o conhecimento. Assim, as pessoas compreendem que outros mundos culturais existem além do seu próprio. Para isso a gente trouxe conteúdos musicais, literários, políticos, geracionais, de gênero e raça, dentre outros, numa perspectiva de valorização das diferentes culturas", comenta,

A entidade investiu mais de R$5 milhões e considera que, além do ganho cultural para a sociedade, ela também contribui para o fomento do mercado editorial.  Segundo o diretor da FNB, Fabiano dos Santos, a iniciativa é importante para as empresas apostarem na variedade de conteúdos. "O resultado esperado também é ampliar a capilaridade dos periódicos de conteúdo cultural, fortalecendo a diversidade de linguagens e suportes nos locais de leitura e pesquisa", afirmou Fabiano.

Para o critério de escolha das publicações feito por um "Edital de Periódicos de Conteúdo Cultural" a FBN optou por revistas publicadas em território nacional, que produzissem conteúdo sobre Cultura, Sociedade, Artes, Política e Economia, com ênfase mínima de 35% da publicação para Cultura e Artes.