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sábado, 25 de agosto de 2012

Primeira biblioteca pública da zona rural paraense será em Bujaru



Nos últimos 20 meses, a Fundação Tancredo Neves inaugurou 20 novas bibliotecas públicas no Estado, contando com uma no centro de Bujaru. (Foto: Alessandra Serrão/Ag. Pará )



Será inaugurada na próxima segunda-feira (27), a primeira biblioteca pública instalada na zona rural paraense, no município de Bujaru, nordeste do estado. A ação faz parte do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas, da Fundação Cultural Tancredo Neves. O objetivo é possibilitar a todos os moradores de localidades distantes o acesso à leitura.


A população residente na zona rural representa cerca de 35% da população paraense. Além de Bujaru, estão em processo de implantação outras cinco novas bibliotecas públicas nas zonas rurais do Estado, nos municípios de Santana do Araguaia, Bonito, Tomé-Açu, Abaetetuba e Muaná. A implantação de bibliotecas nas zonas rurais dá continuidade a um projeto do Governo do Pará para criação de espaços públicos de acesso à leitura e à informação no estado.

Em março deste ano, a ministra da Cultura, Ana Buarque de Holanda, esteve em Belém para a inauguração da biblioteca de Afuá, no Marajó, ação que zerou o déficit de municípios sem biblioteca pública no Estado.
 
Nos últimos 20 meses, a Fundação Tancredo Neves inaugurou 20 novas bibliotecas públicas no Estado, contando com uma no centro de Bujaru. O município fornece o imóvel e o quadro funcional e o governo federal entra com a mobília, os equipamentos audiovisuais e o acervo.


Fonte: G1

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

MinC lança segunda etapa de campanha de incentivo à leitura


Por Isabela Vieira


Em vez das melodias que tocam durante uma espera telefônica, ouça poesia. É o que o Ministério da Cultura (MinC) oferece a partir desta quinta para quem ligar para o órgão e não conseguir atendimento imediatamente. A medida faz parte da segunda parte da campanha Leia Mais, Seja Mais, anunciada hoje no Rio de Janeiro.
Com custo de R$ 4 milhões, esta etapa terá também a veiculação de comerciais mostrando a leitura como atividade prazerosa. As peças publicitárias serão exibidas em emissoras de televisão e rádio comerciais e públicas até o fim de agosto. Na primeira etapa, foram veiculados anúncios em 74 revistas e jornais.

A meta é estimular a leitura principalmente entre as famílias das classes C, D e E, que concentram cerca de 40% da população e a maioria dos não leitores no País, segundo levantamento do Instituto Pró-Livro, divulgado em março. Segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, o País tem hoje 50% de leitores, como são consideradas as pessoas que leram, pelo menos, um livro nos últimos três meses, inteiro ou em partes.

Para atingir o público da campanha, os comerciais vão passar em horário nobre (entre 18h e 24h), mas não tem a intenção de disputar o público das novelas, assegurou a ministra Ana de Hollanda. Para ela, "a ideia é chamar atenção para a delícia de ler" e fazer com que os brasileiros incluam esse hábito no seu cotidiano.

"Durante o translado entre o trabalho e local de moradia, que pode levar até três horas, o cidadão pode puxar um livro no ônibus, no metrô. Muita gente já faz isso. Não dá para ter televisão, nesses casos, mas um livro, sim", disse a ministra. Segundo ela, dessa forma a viagem fica mais rápida e agradável.
A campanha também chega à internet e às redes sociais. O usuário será incentivado a incluir a capa do seu livro favorito na imagem do perfil do Facebook, por exemplo.

Outra frente é a utilização nas esperas telefônicas do ministério de trechos da obra de poetas como Gonçalves Dias e de Cláudio Manuel da Costa. As gravações foram feitas por atores e estão disponíveis para download no site do órgão.
"Está tudo à disposição, gratuito e sem custos", disse o coordenador da campanha e presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Galeno Amorim. Existe a sugestão de incentivar o uso das mensagens por empresas de telemarketing.

A Leia Mais, Seja Mais integra o Plano Nacional de Livro e Leitura (PNLL), uma iniciativa de R$ 373 milhões que conta com apoio de vários órgãos de governo e inclui cerca de 40 projetos para a cadeia produtiva do livro, bibliotecas e incentivo à leitura.

Fonte: Terra

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Biblioteca Nacional lança na próxima semana 1º edital para tornar livros mais acessíveis

A Biblioteca Nacional lançará na próxima semana o primeiro edital do Programa Livro Popular, anunciado pelo governo federal na abertura oficial da 15ª Bienal do Livro do Rio de Janeiro. De acordo com o presidente da Biblioteca Nacional, Galeno Amorim, o primeiro edital destinará R$ 36 milhões do Fundo Nacional de Cultura para a compra de quatro a cinco milhões de exemplares para as bibliotecas.

O programa, criado pela Fundação Biblioteca Nacional (FBN/MinC), pretende estimular e fomentar o mercado editorial brasileiro, tornando o livro mais acessível a todas as camadas da população e ampliando o número de leitores no País. A ideia é que os livros selecionados pelas editoras possam custar, no máximo, R$ 10 em todo o território nacional.

As ações do PLP já começam a ser implementadas nesta próxima semana. O cadastramento, por edital, dos livros populares pelos editores, constitui a primeira etapa do trabalho. As livrarias, bancas de jornal e outros estabelecimentos de varejo que queiram vender livros mais baratos serão convidados a se inscrever no programa
O primeiro edital será destinado aos editores, para que inscrevam os livros que se enquadram na categoria “populares”. Segundo Amorim, além das livrarias e pontos de venda como bancas de jornais e revistas, outros pontos alternativos estão sendo convidados, para que façam a adesão ao programa.

Ao mesmo tempo, será aberto outro edital voltado às bibliotecas municipais, rurais e comunitárias, para que elas também se inscrevam no programa e digam se querem receber recursos do Livro Popular.

“Nós entregaremos para todas as bibliotecas um cartão e elas vão poder escolher os livros que querem, mudando uma lógica que existe e que vigora nas compras governamentais até o dia de hoje”, disse o presidente da Biblioteca Nacional. “Com isso, as próprias bibliotecas escolherão os livros que desejam para seus acervos, entre uma lista grande do programa, que terá um portal na internet, de modo a garantir total transparência ao processo”, destacou Amorim.

O governo federal também quer envolver os pontos de venda na entrega dos livros, de modo que a distribuição às bibliotecas seja efetuada no próprio local.  O esforço é para que o livro chegue às classes sociais C, D e E. “É criar condições para que as pessoas possam expandir os seus horizontes, seus conhecimentos, ampliar o seu vocabulário. Enfim, para que, enquanto cidadão, enquanto figura humana, as pessoas tenham crescimento”, explicou Amorim.

As bibliotecas estão sendo  cadastradas pelo Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas e convidadas a aderir ao PLP. Elas receberão um cartão-livro com créditos que vão de R$ 300,00 a R$ 15 mil para a compra dos livros que elas próprias escolherão.

Fonte: Brasil.gov

Indicação: Izaías Quintana, Técnico em Biblioteconomia e Graduando do mesmo curso 

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Prateleira, Sonia Racy

A Fundação Biblioteca Nacional conseguiu liberar, no Ministério da Cultura, recursos de R$ 13,3 milhões. Objetivo? Implantação de bibliotecas, pontos de leitura e bolsas para contratação de 2.415 agentes de leitura em 400 municípios para atuar junto aos beneficiados pelo Bolsa Família.
Essa quantia, segundo Galeno Amorim, da BN, ajudarão a zerar, até o final do ano, o número de cidades sem bibliotecas no País.

Indicação da notícia: Noé Gomes, blog falando de história