domingo, 31 de março de 2013

VAGA DE ESTÁGIO – BIBLIOTECONOMIA


VAGA DE ESTÁGIO – BIBLIOTECONOMIA
 
A partir do 4º semestre

Requisitos:
 
ü Conhecimentos básicos em: normatização, Outlook, Word, Excel.
 
ü Boa redação;

Atividades:
Serviços de secretaria em geral; assessoramento ao conselho editorial; organização,
controle e atualização de arquivos; controle de planilhas e tabelas; controle de agenda e
de assinaturas; trabalhar em equipe na elaboração e execução de eventos.

Horário: 30h semanais – horário a combinar
Bolsa auxílio: R$ 800,00/mês
Benefício: auxílio transporte
Localização da empresa: Centro Histórico de Porto Alegre

Enviar currículos para: estagiorevista@gmail.com

sábado, 30 de março de 2013

Armindo Trevisan: O Rio Grande do Sul exige uma nova biblioteca

 
Armindo Trevisan


Houve um personagem da Antiguidade, do século IV a.C., Eróstrato, que teve uma curiosa – e "compreensível" – ideia dentro dos padrões atuais de busca ansiosa de fama e iconicidade: tornar-se famoso graças a um incêndio. Eróstrato não foi mesquinho consigo mesmo: incendiou, nada mais, nada menos, que o Templo de Diana, em Éfeso.

Alguns autores sustentam que Eróstrato não incendiou o Templo de Diana, mas a mais famosa biblioteca do seu tempo, a Biblioteca de Alexandria, no Egito.

Pelo seu crime, foi condenado à morte na fogueira.

O caso, simetricamente oposto ao de Eróstrato, foi protagonizado pelo presidente François Mitterrand, da França, que também desejou imortalizar-se, promovendo a construção de uma das bibliotecas mais famosas do mundo contemporâneo, a Nova Biblioteca de Paris.

Como porto-alegrense "honorário", fico a pensar num governador do Estado ou num prefeito da Capital que se disponham a resolver o problema de uma Biblioteca Estadual digna do Rio Grande do Sul.

A Biblioteca Estadual atual já cumpriu suas funções. Teve insignes diretores no passado, entre os quais Augusto Meyer e Reynaldo Moura. Cresceu até onde lhe foi possível crescer. Infelizmente, o Estado e a cidade cresceram mais do que ela.
Por que não transformar a (ex) Biblioteca Estadual em "Biblioteca da Cultura Gaúcha", reunindo no velho e venerável edifício os acervos historiográfico, sociológico, literário, folclórico etc. da gauchidade?

O Estado está necessitando uma nova biblioteca. Diria mais: o Estado está exigindo uma nova biblioteca.

Uma biblioteca à Mitterrand, não uma biblioteca galponeira. Uma biblioteca à altura de Erico Verissimo, Dyonélio Machado, Vianna Moog, Mario Quintana, e outras sumidades de nossa cultura.
Uma biblioteca, literalmente, contemporânea.

Imagino uma biblioteca estadual, cuja sede seja uma espécie de torre, em cujo último andar se instale um restaurante panorâmico, circular, móvel. No andar imediatamente inferior, poder-se-ia instalar um café moderníssimo, não só dotado de todos os confortos da civilização, mas também de todas as espécies de café existentes no planeta.

O edifício poderia sediar, no térreo, a recepção, os serviços gerais e um auditório magnífico, que servisse para encontros literários, audições de música clássica, principalmente música de câmara. Nos outros andares, salas para oficinas literárias, cursos, enfim tudo o que possa agilizar nossos neurônios. Nos outros andares, colocaríamos os livros, nossos anfitriões.

O edifício, em forma de torre, ou como o possam planejar nossos melhores e mais talentosos arquitetos – às vezes, êmulos do projetista, sem dúvida genial, da Fundação Iberê Camargo –, seria construído no coração do Parque Farroupilha ou noutro local da Capital e teria, no seu estacionamento subterrâneo, possibilidade de acolher centenas de veículos, de modo que os visitantes de nossa futura biblioteca pudessem vir a ele, despreocupados.

Senhores gaúchos: não é um sonho maravilhoso?

Terá já nascido o Mitterrand gaúcho que concretizará tão poético sonho?

A Copa e as Olimpíadas podem trazer proveito ao Estado e à Capital. Fazemos votos para que isso aconteça.

Mas a verdade é que nossos pés, hábeis para a bola, podem sugerir outra possibilidade: a de que nossas cabeças e nossos corações tenham estímulos para pensar com mais inteligência e sentir com mais finesse.


sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

[Bibliovagas] Estágio Biblioteconomia / Porto Alegre

Atividades:
Atendimento ao público docente e dicente;

Atendimento ao telefone;

Organização de arquivos e documentos;

Auxilio na pesquisa e leitura dos livros;

Entrega e recebimento de livros.

Horário: 15:45 às 22:00 (15 minutos de intervalo).

Bolsa auxílio de R$ 750,40 / mês, Auxílio Transporte de R$ 5,24 / dia, Auxílio Alimentação de R$ 8,42 / dia.

Enviar currículo para gestaotalentos2013@gmail.com informar CÓD 0030712M.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Concurso BNDES

 




O BNDES abriu concurso público para formação de cadastro de reserva em cargos de níveis médio e superior.
Os cargos de nível superior são para quem é formado em administração, análise de sistemas, arquitetura, arquivologia, biblioteconomia, comunicação social, contabilidade, direito, economia, engenharia e psicologia. O cargo de nível médio é para técnico administrativo. O salário inicial para nível superior é de R$ 9.182,01. Para nível médio, o salário é de R$ 2.925,39. A inscrição deverá ser feita através do site www.cesgranrio.org.br, de 3 a 27 de janeiro.
A taxa é de R$ 35 para nível médio e de R$ 64 para nível superior. As provas objetivas, discursivas e a redação deverão ser aplicadas no dia 3 de março.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Leituras Obrigatórias UFRGS - Memória de um Sargento de Milícias



O autor


Manuel Antônio de Almeida nasceu no Rio de Janeiro e começou a escrever e trabalhar para a imprensa pela necessidade de sustentar os irmãos depois da morte de seus pais. Foi através da imprensa, em forma de folhetim, que “Memórias de um sargento de milícias” foi originalmente publicado em 1852.


Em 1857, foi nomeado diretor da Tipografia Nacional e lá conheceu e tornou-se amigo do jovem Machado de Assis. Pouco tempo depois, devido a problemas financeiros, saiu do Rio de Janeiro e mudou-se para Nova Friburgo.

Morreu em 1861, durante campanha política, em um naufrágio, na cidade de Campos.



A história


Apesar de o título do livro sugerir uma história narrada em 1ª pessoa, ela é contada em 3ª pessoa por um narrador que não aparece ou participa de nenhuma parte do livro. “Memórias de um sargento de milícias” é a história da vida de Leonardo, o sargento de milícias, filho de Leonardo Pataca e Maria-da-Hortaliça, casal português que se conheceu em um navio saído de Lisboa com destino no Rio de Janeiro.


Leonardo, devido a relação conflituosa de seus pais, acaba sendo criado pelo seu padrinho, Compadre, barbeiro de profissão. Quem também assume papel importante na criação de Leonardo é a sua madrinha, Comadre, parteira. Enquanto isso, sua mãe volta para Portugal com outro homem e seu pai o expulsa de casa. Ele só reaparece para ter contada a sua história de amor não correspondido por uma cigana.


Leonardo cresce sem apreço pelo trabalho e pelos estudos para desgosto de seu padrinho que de toda forma tenta lhe dar educação e consegue convencer, por um breve período, o afilhado a ser padre apenas para pouco tempo depois Leonardo revelar para todos em uma missa o caso de amor do sacristão da igreja  com a cigana por quem seu pai era apaixonado.


Após um tempo, Leonardo conhece Luisinha, sobrinha de D. Maria, sua vizinha e começa a gostar dela que acaba casando com José Manuel, homem mais velho e desonesto, interessado na herança de D. Maria. Leonardo então conhece Vidinha e passa a ter um caso com ela. Vidinha tinha vários pretendentes e isso começou a gerar problemas, atraindo a atenção do Major Vidigal, policial temido em toda a cidade do Rio de Janeiro.


Após ser preso, escapar e ser preso novamente, o Major torna Leonardo soldado de seu pelotão. Depois de pregar uma peça no Major Vidigal, este decide açoitá-lo e quem o livra do castigo é sua madrinha, D. Maria e Maria-Regalada, com quem o Major teve um caso na juventude e promete reatar com ele se liberar Leonardo. Não só isso é feito como Leonardo é promovido a sargento e se casa com Luisinha, agora viúva de José Manuel, na mesma igreja em que um dia foi aprendiz de padre.



Allan Machado Trois

sábado, 24 de novembro de 2012

MediaLab do DN para pôr a ciência na ordem do dia

Ciência Hoje é parceiro ao nível dos conteúdos

 
Na véspera do Dia Nacional da Cultura Científica, que se assinala a 24 de Novembro, o MediaLab do Diário de Notícias (DN) dedicou uma tarde à informação e ciência na primeira de muitas sessões futuras relacionadas com esta área do conhecimento.

No total foram 56 alunos, da Escola D. Filipa de Lencastre (Lisboa) e da EB 2+3 António Sérgio (Cacém), que participaram neste workshop «Falando de Ciências», uma iniciativa importante porque é preciso «pôr na ordem do dia a ciência e tecnologia», disse Rosalia Vargas, presidente da Ciência Viva.


Leia mais em:Ciência Hoje

domingo, 11 de novembro de 2012

José Saramago homenageado no Porto a 24 de novembro


O Nobel da Literatura José Saramago, que morreu em junho de 2010, vai ser homenageado no Porto, na Casa da Música, a 24 de novembro, iniciativa integrada nas comemorações dos 90 anos sobre o nascimento do escritor.

 

A homenagem a José Saramago surge no âmbito da 12.ª edição do "Porto de Encontro", uma iniciativa do jornalista Sérgio Almeida promovida pela Porto Editora.

Em antecipação à agência Lusa, a Porto Editora anuncia que a homenagem a José Saramago está marcada para 24 de novembro, na Casa da Música, no Porto, a partir das 21:30.

"A conversa, moderada pelo jornalista Sérgio Almeida, contará como as participações de Pilar del Río, Álvaro Siza Vieira, Mário Cláudio, Pedro Abrunhosa e Valter Hugo Mãe", anuncia a editora.

Quando se comemora 90 anos sobre o nascimento do escritor, para esta homenagem estão ainda previstas "leituras por Manuela Azevedo, Emília Silvestre, Filipa Leal, Ana Celeste Ferreira e José Carlos Tinoco, bem como performances de Pedro Abrunhosa, do Coral de Letras da Universidade do Porto e de O Andaime".

Os bilhetes para esta homenagem são gratuitos e estarão disponíveis na Casa da Música a partir de dia 22 de novembro, até um máximo de 10 por pessoa.

Nas edições anteriores do ciclo literário estiveram em destaque obras de autores como Gonçalo M. Tavares, J. Rentes de Carvalho, Germano Silva, Luis Sepúlveda, Manuel António Pina, António Mega Ferreira, Francisco José Viegas, Mário Cláudio, Mário de Carvalho e Eugénio de Andrade.

José Saramago, Nobel da Literatura em 1998, faleceu a 18 de junho de 2010, aos 87 anos na sua casa na ilha espanhola de Lanzarote.

O Governo decretou então luto nacional por dois dias "como forma de expressão de pesar pela morte do escritor.

Fonte: RTP Notícias