Ocorreu um erro neste gadget

sábado, 29 de janeiro de 2011

Entrevista con Hossam el-Hamalawy, periodista y bloguero egipcio

Pessoal, com toda essa avalanche sobre as rebeliões ocorridas no Egito nos últimos dias, encontrei no Site Rebelión essa fonte de informação local.

Confira a entrevista na íntegra no site Rebelión e também conheça o blog do jornalista egípcio Hossam el-Hamalawy.

Hossam el-Hamalawy 

 Fonte: Rebelión

Para refletir...

Josetxo Ezcurra
 
Fonte: Site Rebelión

sábado, 22 de janeiro de 2011

Que saudade...

Olha, que saudade me deu dos tempos do Street Fighter quando do seu lançamento na década de 90. Me lembro claramente dos vários campeonatos que foram realizados na Locadora do Marcelo, na Rua 25, lá no Jardim Algarve. Mas naquele tempo ainda jogávamos no Super Ness, o que serviu de base para o desenvolvimento de vídeo games mais potentes...
Lembro de que quando ía à escola, eu fazia um itinerário das ruas que tinham locadoras de game até o Gentil.
Lá se vão 18 anos... É, Giovani, o tempo chega para todos...

Nostalgias à parte, curte aí um novo formato do Street. Eu sempre fui mais o Ryu.

Quem vai encarar???




Fonte: You Tube

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Comissão Representativa está reunida para debater situação das cidades serranas do Rio


A Comissão Representativa do Congresso Nacional está reunida neste momento para discutir medidas capazes de mitigar o impacto das enchentes sobre as cidades serranas do Rio de Janeiro. A reunião foi convocada pelo presidente do Congresso, José Sarney, atendendo a requerimento da senadora Marina Silva (PV-AC) e está sendo presidida pelo presidente da Câmara e 1º vice-presidente do Congresso, deputado Marco Maia.

Fonte: Site do Senado Federal

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Gabarito da Prova para Assistente de Alunos IFRS


Já está disponível o gabarito da prova para Assistente de Alunos do IFRS, confira:

1 B     26 A
2 A     27 B
3 C     28 B
4 E     29 E
5 D    30 C
6 A    31 C
7 B    32 D
8 C    33 A
9 E    34 E
10 D   35 B
11 A   36 A
12 D   37 E
13 D   38 B
14 B   39 D
15 E   40 D
16 C   41 E
17 B   42 C
18 A   43 A
19 E   44 C
20 C   45 B
21 C   46 E
22 D   47 A
23 E   48 C
24 C   49 D
25 A   50 C

sábado, 15 de janeiro de 2011

Conservadorismo Norte-Americano

Josetxo Ezcurra

Tire as suas próprias conclusões...

Fonte: Rebelión

O que estou lendo agora...


Fantástico e, extremamente sombrio e desumano-, esse livro narra as atrocidades cometidas durante a Segunda Guerra Mundial a partir do ponto de vista de um dos carrascos, Maximillian Aue.

Forte e, em algumas passagens, pesadíssimo, exibe um estranho paradoxo: mesmo nos momentos mais hediondos da história humana, há momentos de singela luz e humanidade.

Quem puder, leia-o.

Vaga para auxiliar de biblioteca em Santo Ângelo

A Prefeitura de Santo Ângelo está oferecendo 04 vagas para auxiliar de biblioteca e uma vaga para bibliotecário.

Para mais informações, acesse o site.

E boa prova!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Leitura de Referência

Temos acesso agora ao livro "Retratos da Leitura no Brasil" em formato pdf.
Essa obra é referência àqueles profissionais da informação que pretendem entender um pouco sobre a leitura e seus desdobramentos em nosso país.

Vale a pena conferir.


Boa Leitura.

Em livro, o maior violoncelista do Brasil

Um tumor no pulso levou o maior instrumentista brasileiro de cordas de todos os tempos a contar a sua história em livro.
De leitura prazerosa e uma leveza que não se confunde com superficialidade, “Antonio Meneses – Arquitetura da Emoção’’ narra a trajetória do violoncelista pernambucano de 53 anos de idade, radicado na Suíça.
Acompanhado de um CD que mescla obras solo e outras nas quais Meneses é acompanhado pelo piano de Luiz Fernando Benedini, o livro foi escrito pelos jornalistas João Luiz Sampaio e Luciana Medeiros, que entrevistaram o violoncelista na pausa forçada nas atividades que ele fez no começo de 2010, para operar um tumor benigno no pulso direito.

Assista ao vídeo:

Menino sem pernas dá exemplo de superação ao competir em vários esportes

Americano Cody McCasland, de 9 anos, teve os membros amputados ainda bebê por causa de condição congênita que provoca má-formação


O menino americano Cody McCasland, de 9 anos, vem ganhando fama como exemplo de superação ao competir em várias modalidades esportivas apesar de não ter as duas pernas.
Cody teve os membros amputados ainda bebê, por causa de uma condição congênita chamada agenesia sacrococcígea, que provoca má-formação. Desde então, acumulou uma coleção de mais de 20 próteses, com as quais aprendeu a andar e competir.
Nascido em um parto prematuro de emergência em outubro de 2001, o menino enfrentou meses de internações e 15 cirurgias, incluindo a retirada da bexiga e tratamento regular para uma condição que enfraquece os ossos.



"Para o alto, e avante!"


Decisão

Cody nasceu também sem a tíbia e os ossos do joelho. Era incapaz de dobrar as pernas, que pendiam de maneira torta, em uma posição desconfortável, a cada vez que ele se sentava. Seus pais então tiveram que decidir entre deixá-lo com membros sem função, condenando-o a ficar preso a uma cadeira de rodas, ou amputar as pernas e permitir que ele pudesse aprender a andar com próteses.

E há quem diga que super-heróis não existem...

domingo, 9 de janeiro de 2011

Rebelión no Bibliotecando por aí

Nesse texto, apresento aos leitores do nosso blogue um escritor norte-americano que é conhecidíssimo em todo o mundo, mas que é ignorado em seu próprio país. Ele é Noam Chomsky.
Nesse artigo, Chomsky aborda a questão da Palestina e seus desdobramentos nos dias atuais.

Fonte da Foto: Blog Saber de Si

Resolver el estancamiento entre palestinos e israelíes



Mientras sigue dedicado intensivamente a la expansión de los asentamientos ilegales, el gobierno de Israel también está tratando de resolver dos problemas: una campaña de lo que percibe como deslegitimación –esto es, objeciones a sus crímenes y retirarse de participar en ellos– y una campaña paralela de legitimación de Palestina.
La deslegitimación, que está progresando rápidamente, fue llevada un paso más adelante en diciembre por un llamado de Human Rights Watch a Estados Unidos para suspender el financiamiento a Israel en una cantidad equivalente a los costos de lo que invirtió para apoyar los asentamientos y para monitorear las contribuciones a Israel de organizaciones de contribuyentes estadunidenses que violan las leyes internacionales, incluyendo las prohibiciones contra la discriminación –lo que abarcaría una amplia gama de actos. Amnistía Internacional ya había exhortado a la imposición de un embargo de armas contra Israel.
El proceso de legitimización también dio un largo paso hacia adelante en diciembre cuando Argentina, Bolivia y Brasil reconocieron al Estado de Palestina en Gaza y Cisjordania, con lo que el número de naciones que lo apoyan asciende a más de un centenar.
El abogado internacional John Whitbeck calcula entre 80 y 90% la población mundial que vive en Estados que reconocen a Palestina, en tanto entre 10 y 20% reconoce a la República de Kosovo. Estados Unidos reconoce a Kosovo, pero no a Palestina.
En consecuencia, como escribe Whitbeck en Counterpunch, los medios de comunicación actúan como si la independencia de Kosovo fuera un hecho en tanto que la independencia de Palestina es una aspiración que nunca podrá realizarse sin el consentimiento de israelíes y palestinos, reflejando el funcionamiento normal del poder en la arena internacional.
Dada la escala de los asentamientos de Israel en Cisjordania (Ribera Occidental), durante más de una década se ha argumentado que el consenso internacional en un acuerdo de dos Estados está muerto, o equivocado (aunque evidentemente la mayor parte del mundo no está de acuerdo). En consecuencia, los interesados en los derechos de los palestinos deben pedir una retirada israelí de la totalidad de Cisjordania, seguida por una lucha anti apartheid al estilo sudafricano que llevaría a una ciudadanía plena de la población árabe allí.
El argumento da por hecho que Israel accedería a esta toma. Es mucho más posible que Israel, en lugar de eso, continue con los programas que llevan a la anexión de las partes de Cisjordania que está desarrollando, aproximadamente la mitad del área, y no acepte responsabilidad por el resto, defendiéndose así del problema demográfico –demasiados no judíos en un Estado judío– aislando, mientras tanto, a la sitiada Gaza del resto de Palestina.
Una analogía entre Israel y Sudáfrica merece atención. Una vez que se implantó el apartheid, los nacionalistas sudafricanos reconocieron que se estaban convirtiendo en parias internacionales. En 1958, sin embargo, el ministro de Relaciones Exteriores informó al embajador de Estados Unidos de que la condena de la Organización de las Naciones Unidas (ONU) y otras resoluciones les preocupaban muy poco en tanto Sudáfrica estuviera apoyada por la potencia mundial dominante: Estados Unidos.
En los años 70, las Naciones Unidas declararon un embargo de armas, prontamente seguido por campañas de boicot y desinversiones. Sudáfrica reaccionó de forma calculada para encolerizar a la opinión internacional. En un gesto de desprecio por la ONU y el presidente Jimmy Carter –quien se abstuvo de reaccionar para no alterar unas negociaciones inútiles–, Sudáfrica lanzó una redada asesina contra el campamento de refugiados Cassinga en Angola, justo cuando el grupo de contacto, encabezado por Carter, estaba a punto de presentar un acuerdo para Namibia.
La similitud con el comportamiento actual de Israel es sorprendente, por ejemplo el ataque contra Gaza en enero de 2009 y contra la flotilla de la libertad en mayo de 2010.
Cuando Ronald Reagan tomó posesión en 1981 dio apoyo pleno a los crímenes internos de Sudáfrica y a su asesina depredación en países vecinos.
Las políticas estaban justificadas en el contexto de la guerra contra el terrorismo que Reagan había declarado al llegar a la presidencia.
En 1988, el Congreso Nacional de Nelson Mandela fue designado uno de los grupos terroristas más notorios (el propio Mandela sólo fue removido de la lista de terroristas de Washington en 2008). Sudáfrica estaba desafiante, e incluso triunfante, con sus enemigos internos aplastados y disfrutando de apoyo sólido del único Estado que importaba en el sistema global.
Poco después la política estadunidense cambió. Muy probablemente los intereses empresariales de Estados Unidos y Sudáfrica se dieron cuenta de que estarían mejor si se ponía fin a la carga del apartheid. Y el apartheid no tardó en desplomarse.
Sudáfrica no es el único caso reciente donde la desaparición del apoyo de Estados Unidos a los crímenes ha generado un progreso significativo.
¿Puede ocurrir tal transformación en Israel abriendo el camino hacia un arreglo diplomático? Entre las barreras arraigadas están los vínculos militares y de inteligencia sumamente estrechos entre Estados Unidos e Israel.
El abierto apoyo para los crímenes de Israel proviene del mundo de los negocios. La industria estadunidense de la alta tecnología está estrechamente integrada con su contraparte israelí. Por citar sólo un ejemplo: el mayor fabricante mundial de chips, Intel, está estableciendo su unidad de producción en Israel.
Un cable estadunidense revelado por Wikileaks señala que las industrias militares Rafael en Haifa es uno de los sitios considerados vitales para los intereses de Estados Unidos debido a su producción de bombas cluster (racimo); Rafael ya había desplazado algunas operaciones a Estados Unidos para tener mejor acceso a la ayuda y mercado estadunidenses.
Hay también un poderoso grupo de cabildeo israelí, aunque, por supuesto, de ninguna forma igual al cabildeo militar y al de negocios.
También intervienen factores culturales. El sionismo cristiano precede con mucho al sionismo judío, y no está restringido a una tercera parte de la población de Estados Unidos que cree en la verdad literal de la Biblia. Cuando el general británico Edmund Allenby conquistó Jerusalén en 1917, la prensa nacional declaró que era Ricardo Corazón de León, que finalmente había rescatado la Tierra Santa de manos de los infieles.
Lo siguiente es que los judíos deben regresar a la tierra que les fue prometida por el Señor. Dando voz a un punto de vista común de la elite, Harold Ickes, secretario del Interior de Franklin Roosevelt, describió la colonización de Palestina como un logro sin comparación en la historia de la raza humana.
También hay una simpatía instintiva por la sociedad colonizadora que se ve como una reproducción de la historia del propio Estados Unidos, llevando civilización a la tierras que nativos no merecedores de ellas habían usado mal, doctrinas, éstas, profundamente arraigadas en siglos de colonialismo.
Para desbaratar este conflicto será necesario desmantelar la ilusión reinante de que Estados Unidos es un honesto intermediador que trata desesperadamente de reconciliar a adversarios recalcitrantes, y reconocer que las negociaciones serias serían entre Estados Unidos e Israel y el resto del mundo.
Si los centros de poder de Estados Unidos pueden ser obligados por la opinión popular a abandonar décadas de rechazo, muchas perspectivas que parecen remotas súbitamente podrían tornarse posibles.
Noam Chomsky es profesor emérito de Lingüística y Filosofía en el Instituto de Tecnología de Massachusetts (MIT), en Boston. Su último libro, con la coautoría de Ilan Pappe, es Gaza en crisis.