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sábado, 7 de janeiro de 2012

Bibliotecas de Maringá ganham, em 2012, nove mil novos livros e equipamentos

Arquivo/DNP


Por Fábio Massalli


As cinco bibliotecas públicas de Maringá receberão, durante o ano de 2012, entre 1.500 e 1.800 livros, totalizando cerca de 9 mil novos títulos. A compra de acervo faz parte de um convênio assinado em 2010 (e liberado somente no final de 2011) entre a prefeitura e o Ministério da Cultura (MinC) e que inclui a compra de mobiliários e equipamentos para as bibliotecas e a instalação de cinco Pontos de Leitura na cidade.

Esta será a primeira vez que a cidade receberá os pontos, um projeto que faz parte da Política Nacional do Livro do MinC. A Secretaria de Cultura tem até dezembro deste ano para implementar os Pontos de Leitura e fazer a aquisição dos acervos e equipamentos para as bibliotecas. A minuta para a elaboração dos editais será encaminhada na próxima semana para o departamento jurídico da Prefeitura.

Pelo convênio, o MinC investirá nos dois projetos (Modernização de Bibliotecas e Pontos de Leitura) R$ 287 mil, com contrapartida do município de R$ 78 mil. A secretária administrativa da prefeitura, Aline Pastri, explica que o convênio foi assinado em 2010, mas, devido a problemas no Ministério da Cultura, o prazo foi prorrogado, e pago no final de 2011.

Aline explica que o projeto de Modernização das Bibliotecas, nome dado pelo MinC, é uma ação de Livro e Leitura que compreende a melhora do ambiente da biblioteca e do acervo. Para as bibliotecas de Maringá, na questão da estrutura, serão adquiridos tapetes, pufes, almofada, circulador de ar, estantes, entre outros equipamentos.

Acervo

Cada biblioteca de Maringá receberá entre 1.500 e 1.800 livros. A seleção desse novo acervo será feita por uma comissão da Secretaria de Cultura formada por duas mestres em Leitura e Letras (sendo uma delas a própria secretária de Cultura Flor Duarte) e duas representantes das bibliotecárias.

O MinC tem uma indicação com o que deve contemplar esse novo acervo, sendo que 50% deve contemplar a produção regional e a outra metade sair de uma lista elaborada pela Fundação Biblioteca Nacional.

A secretária Flor Duarte, que faz parte da comissão que seleciona as obras, explicou que o acervo é muito diversificado, mas tem um foco principal na literatura, tanto infantil, quanto infanto-juvenil e adulta.

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