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quinta-feira, 14 de junho de 2012

Um Exemplo de Ser Humano

Se estivesse vivo, Che completaria 84 anos.
Assim como Lênin, Che mostrou o caminho de luta pela auto determinação dos povos oprimidos pelo Capitalismo. Segundo Eduardo Galeano, Che era daquelas poucas pessoas que Fazia o que Pensava, Falava sobre o que Pensava e Pensava sobre o que Fazia.

Um exemplo...

*Valeu, Vladimir, pela lembrança.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

PCC inicia congresso para mudar rumos econômicos de Cuba

Os delegados do PCC debateram durante meses os pontos econômicos a serem alterados
Os delegados ao VI Congresso do Partido Comunista de Cuba (PCC) iniciaram neste domigo o trabalho em comissões com o propósito de adiantar os debates que conduzam à atualização do modelo econômico do país. Ao todo, 1 mil participantes se concentrarão em cinco comissões responsabilizadas por levar a termo a aprovação do objetivos expressos nos Alinhamentos da política econômica e social do Partido e a Revolução, um projeto de transformações estruturais e conjunturais que soma 311 parágrafos.
Durante a abertura do encontro, que termina no próximo dia 19, o segundo-secretário do PCC, Raúl Castro, defendeu a continuidade da Revolução e o rejuvenescimento sistemático da direção da organização e do Governo. Ao apresentar o Relatório Central na abertura do Congresso, na véspera, colocou a necessidade da formação de quadros substitutos suficientemente preparados para assumir as maiores responsabilidades perante a nação. O também presidente cubano afirmou que o rejuvenescimento deverá incluir desde os cargos na base até as principais responsabilidades. O congresso também será designado neste encontro.
Castro também recomentou a limitação de um máximo de dois períodos consecutivos de cinco anos para o exercício dos cargos na máquina pública e no PCC, além de manifestar seu apoio ao reforço da institucionalidade no país, que será garantia por uma política de renovação do socialismo em Cuba. Ele também anunciou a Conferência Nacional do PCC para janeiro de 2012.
No documento, o dirigente partidário alertou para a necessidade de se reduzir os níveis de improviso e as decisões apressadas no gerenciamento econômico do país e referiu-se à necessidade das racionalizações para obter maiores resultados com despesas menores. “Não se pode gastar mais do que se ganha”, ratificou o chefe de Estado diante dos 997 delegados do PCC presentes à reunião no Palácio das Convenções.
Raúl Castro destacou que, na realidade, o Congresso do PCC começou há meses pois, desde dezembro passado até dia 28 de fevereiro, desenvolveu-se o debate sobre o projeto de alinhamentos em mais de 163 mil assembleias com a participação de oito milhões 913 mil pessoas.
– Este processo colocou à prova a capacidade do PCC de promover um diálogo transparente com toda a população cubana, sobretudo quando se trata de buscar um consenso nacional sobre as profundas transformações que devem caracterizar o modelo econômico e social do país – afirmou Raúl.
Em seu discurso, o estadista assegurou que o país caribenho continuará se defendendo das agressões dos Estados Unidos, ao mesmo tempo em que reiterou a disposição ao diálogo bilateral baseado no respeito mútuo. O líder do PCC apontou ainda que “a administração estadunidense segue com seus planos de destruir à Revolução cubana, e atualmente financia projetos para subverter a ordem da nação”.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

2010: o ano da Leitura em minha Vida

        O ano de 2010 foi o ano da leitura na minha vida, uma vez que encontrei na leitura um sentido novo na busca da Liberdade. Aliás, essa relação foi descoberta posteriormente numa aula da Professora Maria Cristina, no último semestre do Curso Técnico em Biblioteconomia, quando discutíamos alguns aspectos da leitura e, entre eles, surgiu esse aspecto: a busca da Liberdade por meio da Leitura.

        Todos nós temos dentro de si um imenso espaço vazio a ser explorado. A Leitura permite o início de uma medíocre compreensão daquilo que não entendemos e também nos ajuda a entender melhor os outros, as suas angústias e as suas melhores qualidades. A minha busca de Liberdade começou em 2009, quando da minha preparação para o Vestibular da UFRGS. Tudo começou com a leitura das Leituras Obrigatórias para o Vestibular 2010. Doze livros, doze questões garantidas, mas que não poderiam ser feitas em doze meses, pois esse tempo ninguém que se disõe a fazer o vestibular tem, até porque a lista das leituras saí em março, abril referente ao concurso do ano seguinte. Ali começou a mina busca por liberdade; e a Leitura tornou-se uma ferramente extremamente eficaz.

Fonte
Entretanto, foi um aprendizado duro, pois eu até tinha o gosto pela leitura, sempre gostei de ler. Comecei a ler quadrinhos quando ainda era criança; depois quando fui para a escola lia muitos livros, mas ainda era muito cedo para entender essa relação entre  mim e a Leitura. Creio que isso começou quando li o meu primeiro livro sério, esses livros que você lê e depois se pergunta: “Nossa, como eu não tinha percebido isso antes? Como tudo isso acontece na minha cara e eu não vi?” Às vezes, parece que levamos uma grande bofetada na face; ficamos escandalizados, desnorteados. O primeiro livro que causou isso em mim foi Vidas Secas, de Graciliano Ramos. Uma verdadeira obra-prima da literatura brasileira, há quem diga que ele é o escritor brasileiro o qual mais assemelha-se a Machado de Assis.
       
        O romance é extremamente árido, seco, como o próprio ambiente em que se passa a história. O drama da família da Fabiano é incrivelmente dolorida, me retratando toda a dificuldade de milhões e milhões de brasileiros retirantes da zona da seca nordestina em busca de sobrevivência, em busca de liberdade. Esse livro foi o primiero instrumento de adequação da realidade que eu ouvia nos noticiários da televisão, mas aquilo não dizia nada para mim: um guri de 13 anos na 6ª série do ainda 1º grau. Esse romance me concedeu o início daquela medíocre compreensão daquilo que não entendemos e sabemos. Ler Vidas Secas abriu os meus olhos sobre a questão da Reforma Agrária no Brasil, a qual ainda não foi resolvida ainda em nosso país. O Presidente Lulla, apesar de ter sido o presidente mais popular da História do Brasil, não foi capaz de resolvê-la, devido a conchavos e negociatas administrativas. Entrou para a história dos presidentes, mas, na minha opinião, perdeu a oportunidade de entrar para a História.
       
Fonte
O 2º livro foi mais devastador: Revolução Cubana, de Emir Sader, também lido em 1994, na 6ª série. Aliás, dois livros muito perigosos para se ler em um ano. A Revolução Cubana, de Emir Sader, foi o livro o qual me despertou politicamente, pois antes de lê-lo, eu tinha uma dúvida: quem era o homem que aparecia em quase todas as camisetas de muitas pessoas, nos protestos que eu via na televisão. Então, surgiu uma tarefa escolar sobre Revolução Cubana. Bom, estava marcado o nosso primeiro encontro. Descobri o que foi a revolução e sua consequências, a sua imensidão desafiante em relação ao Império Norte-americano. Conheci a figura do Che e toda a sua filosofia de vida, a sua trajetória da Argentina até o México e a sua luta em Havana. Eduardo Galeano, poeta e escritor uruguaio o qual também adimiro muito, disse que quando conheceu Che, viu que el Comandante possui as três virtudes que todo o homem deveria ter: Pensar, Falar, e Fazer. Che foi um dos poucos homens que fez isso na América Latina. Muitos de nós apenas realizamos apenas duas delas, sempre deixando uma por fazer: pensamos e falamos, mas não fazemos; falamos e fazemos sem pensar; pensamos e fazemos, mas não dizemos.
        Ler só traz benefícios, nunca deixe de ler. Para mim, a Leitura tem o sentido da busca da Liberdade pelo seu exercício.

        E, para você, qual é o seu sentido da Leitura?

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Cuba protesta contra game dos EUA que permite 'matar Fidel'.

Segundo site governamental, "Call of Duty: Black Ops" glorifica assassinato e estimula "atitudes sociopatas" entre jovens.


Um videogame criado nos EUA em que o jogador pode tentar matar o líder revolucionário cubano Fidel Castro provocou reações indignadas do governo de Cuba na quarta-feira. O game, parte da popular série "Call of Duty", foi lançado na terça-feira e a expectativa é que seja um sucesso de vendas.
O site governamental Cuba Debate disse que o jogo "Call of Duty: Black Ops" glorifica o assassinato de Fidel e estimula "atitudes sociopatas" entre jovens americanos. "O que o governo dos EUA não conseguiu em mais de 50 anos agora ele tenta virtualmente", disse o site.
Produzido pela empresa claiforniana Activision Blizzard, o jogo se passa durante a Guerra Fria, levando o jogador a lugares como Rússia, Vietnã e Cuba. Duelando nas ruas de Havana, é preciso disparar contra combatentes inimigos na caçada por Fidel. As autoridades cubanas dizem que o game é realista, já que Fidel teria sido alvo de mais de 600 tentativas de assassinato por parte dos EUA desde que tomou o poder, em 1959, e transformou Cuba em um regime comunista. A ilha fica a menos de 150 quilômetros do sul da Flórida.

Veja mais mais informações: Cuba Hoje