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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Responsável diz que mediateca combate exclusão digital

Benguela – O coordenador da Mediateca da província de Benguela, Victor Silva, afirmou esta quinta-feira que a biblioteca informatizada e multimédia é um instrumento fundamental no combate à exclusão digital que se regista actualmente na sociedade angolana.

Victor Silva fez essa afirmação quando apresentava o projecto da Mediateca de Benguela, cujo início da obra foi simbolizada com o lançamento das duas primeiras pedras pela secretária para os Assuntos Sociais do Presidente da República, Rosa Pacavira de Matos, e pelo governador provincial de Benguela, Armando da Cruz Neto, respectivamente.

Para o responsável, com recurso às novas tecnológicas, à educação e à ciência da informação, a mediateca vai contribuir no aumento da inclusão digital de diversos segmentos sociais, sobretudos estudantes em Benguela.

Destacou que a mediateca vai desenvolver programas de apoio ao ensino local, permitindo a inclusão tecnológica dos estudantes e das escolas públicas.

Sublinhou que a biblioteca informatizada e multimédia faz com que haja acessibilidades à informação sem custo, globalização e a facilitação do acesso ao conhecimento e ao saber e o fomento de uma sociedade cada vez mais informada e actualizada.

Ressaltou que a mediateca tende a promover a formação e auto-aprendizagem, proporcionar meios e instrumentos necessários à investigação e ao desenvolvimento, aumentar a literatura e estimula o prazer da leitura e da pesquisa, bem como suporta a comunidade académica.

A mediateca de Benguela, de acordo ainda com a fonte, deverá criar um centro de dados do acervo nacional literário, cultural e científico

A mediateca de Benguela, a primeira do género nesta província, vai ser construída junto ao Liceu Comandante Kassanje, com um custo de quatro milhões e 900 mil dólares norte-americanos, devendo albergar num espaço de leitura 300 pessoas, entre académicos e investigadores.

Em Junho de 2012, altura em que se prevê a conclusão da obra, a mediateca de Benguela, a cargo da empreiteira chinesa Ecadint, com a fiscalização da empresa espanhola Impulso, vai oferecer ainda um auditório com 150 lugares, áreas administrativas, parque de estacionamento e jardins interiores.

Na mediateca o público poderá consultar livros, sem custo, jornais e revistas de informação geral, em português ou em outro idioma, e no espaço audiovisual CDs e filmes em vídeo, dispondo ainda de uma área de acesso à Internet, possibilitando o estabelecimento de comunicações através das novas tecnologias.

Fonte: Angola Press

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